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Trabalhar com Alegria é uma opção?


Hoje eu vou contar pra você a história do Zé Alegria, ela foi escrita por um autor desconhecido e adaptada pelo Coach Paulo Vieira no livro O Poder da Ação. TRABALHAR COM ALEGRIA Em certa fazenda, havia um grupo de trabalhadores vivendo triste e isolado uns dos outros. Eles estendiam suas roupas surradas no varal e alimentavam seus magros cães com o pouco que sobrava das refeições. Todos que viviam ali trabalhavam na fazenda do senhor João, donos de muitas terras, exigia que todos trabalhassem duro, pagando muito pouco por isso. Um dia, chegou ali um novo empregado, cujo apelido era Zé Alegria. Era um jovem agricultor em busca de trabalho. Foi admitido e recebeu, como todos, uma simples e velha casa onde iria morar enquanto trabalhasse ali. O jovem vendo aquela casa suja e largada, resolveu dar-lhe vida nova. Cuidou da limpeza e, em suas horas vagas, lixou e pintou as paredes com cores alegres e brilhantes, além de colocar flores nos vasos. Aquela casa limpa e arrumada chamava a atenção de todos que por ali passavam. Ele sempre trabalhava alegre e feliz na fazenda, era por isso que tinha esse apelido de Zé Alegria. Os outros trabalhadores lhe perguntavam: – "Como você consegue trabalhar feliz e sempre cantando com o pouco dinheiro que ganhamos?"

O jovem olhou para os amigos e disse: – "Bem, este trabalho, hoje é tudo que eu tenho. Eu posso escolher como viver, em vez de criticar e reclamar, prefiro agradecer por ele. Quando comecei a trabalhar aqui, percebi as condições e o tratamento que as pessoas as recebiam e, como ninguém me obrigou a aceitar este emprego, não tem sentido eu ficar reclamando. Não é justo que agora que estou aqui, fique criticando. Pelo contrário: Farei com capricho e amor aquilo que aceitei fazer." Os outros, que acreditavam ser vítimas das circunstâncias, abandonados pelo destino, o olhavam admirados e comentaram: “- Como ele pode pensar assim?” O entusiasmo do rapaz, em pouco tempo, chamou atenção do fazendeiro, que passou a observá-lo a distância. Um dia, o seu João pensou: " Alguém que cuida com tanto cuidado e carinho da casa que emprestei e da roça que me pertence certamente cuidará com o mesmo capricho da minha fazenda como um todo. Ele é o único aqui que pensa como eu. Estou velho e preciso de alguém que me ajude na administração da fazenda." Num final de tarde, o seu João foi até a casa do rapaz e, depois de tomar um café bem fresquinho, ofereceu ao jovem um emprego de administrador da fazenda, convite que o rapaz aceitou prontamente. Com o novo cargo, vieram também uma nova casa, um novo salário e inúmeras responsabilidades. Seus amigos e colegas logo começaram a falar que ele era um grande puxa-saco, pois tinha convidado aquele crápula para tomar café em sua casa. Passando algum tempo como administrador, seus ex-colegas e atuais subordinados lhe chegaram para comentar como ele era sortudo e que tudo dava certo para ele. A resposta do jovem veio logo: "Em minhas andanças, meus amigos, eu aprendi muito, e o principal é que não somos vítimas do destino. Existe em nós o livre-arbítrio, e com ele a capacidade de realizar e dar vida nova a tudo que nos cerca. E isso depende de cada um". Continuou ele: "Toda pessoa é capaz de efetuar mudanças significativas no mundo que nos cerca". "Mas geralmente ocorrer é que, em vez de agir, jogarmos a responsabilidade da nossa desdita sobre os ombros alheios.E esperarmos que eles atendam nossas expectativas, que eles mudem, que eles sejam e ajam como queremos. Sempre encontramos alguém a quem culpar pela nossa infelicidade, esquecidos de que ela só depende de nós mesmos. Desta feita, eu decidi mudar a minha vida e, para que isso aconteça, sei que não poderei mudar ninguém que não seja eu mesmo. Essa é a unica maneira de colher mudanças positivas em longo prazo. Eu consegui o maior desafio do mundo. Eu mudei a mim mesmo, e hoje sou o responsável pela minha vida e pelo meu destino". Algumas coisas que podemos aprender com esta estória: · Eu posso, através das minhas atitudes, influenciar o lugar onde eu estou, ao invés de me deixar influenciar por ele. · Eu devo assumir a responsabilidade e controle das minhas ações, ao invés de ficar procurando “culpados” pela minha situação. · Sempre haverá alguém observando suas atitudes, e delas vai depender o seu futuro. Autor Desconhecido adaptado por Paulo Vieira


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George Canuto | Coach & Palestrante

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